Quercus suber L.

Espécie
Quercus suber
Descritor
L.
Género
Família
Ordem
Sub-classe
Hamamelididae
Classe
Magnoliopsida
Sub-divisão
Magnoliophytina (Angiospermae)
Divisão
Spermatophyta
Tipo Fisionómico
Mesofanerófito
Distribuição Geral
W Região Mediterrânica
Nome(s) comum
Chaparreiro
Chaparro
Sobreiro
Sobro
Sovereiro
Sôbro
Habitat/Ecologia
Matos
Sinonimias
Não tem
Época Floração
Abril - Julho
No JBUTAD
Sim - D9

Galeria de imagens

Fotografia de capa Quercus suber - do Jardim Botânico
Fotografia 1 da espécie Quercus suber do Jardim Botânico UTAD
Fotografia 2 da espécie Quercus suber do Jardim Botânico UTAD
Fotografia 3 da espécie Quercus suber do Jardim Botânico UTAD
Fotografia 4 da espécie Quercus suber do Jardim Botânico UTAD
Fotografia 5 da espécie Quercus suber do Jardim Botânico UTAD
Fotografia 6 da espécie Quercus suber do Jardim Botânico UTAD
Fotografia 7 da espécie Quercus suber do Jardim Botânico UTAD
Fotografia 8 da espécie Quercus suber do Jardim Botânico UTAD
Fotografia 9 da espécie Quercus suber do Jardim Botânico UTAD
Fotografia 10 da espécie Quercus suber do Jardim Botânico UTAD
Fotografia 11 da espécie Quercus suber do Jardim Botânico UTAD
Fotografia 12 da espécie Quercus suber do Jardim Botânico UTAD
Fotografia 13 da espécie Quercus suber do Jardim Botânico UTAD
Fotografia 14 da espécie Quercus suber do Jardim Botânico UTAD
Fotografia 15 da espécie Quercus suber do Jardim Botânico UTAD
Fotografia 16 da espécie Quercus suber do Jardim Botânico UTAD
Fotografia 17 da espécie Quercus suber do Jardim Botânico UTAD
Fotografia 18 da espécie Quercus suber do Jardim Botânico UTAD
Fotografia 19 da espécie Quercus suber do Jardim Botânico UTAD
Fotografia 20 da espécie Quercus suber do Jardim Botânico UTAD

Distribuição em Portugal

 

Noroeste ocidental
Noroeste montanhoso
Nordeste ultrabásico
Nordeste leonês
Terra quente
Terra fria
Centro-norte
Centro-oeste calcário
Centro-oeste arenoso
Centro-oeste olissiponense
Centro-oeste cintrano
Centro-leste motanhoso
Centro-leste de campina
Centro-sul miocénico
Centro-sul arrabidense
Centro-sul plistocénico
Sudeste setentrional
Sudeste meridional
Sudoeste setentrional
Sudoeste meridional
Sudoeste montanhoso
Barrocal algarvio
Barlavento
Sotavento
Berlengas

Espécie de interesse florestal

Informação cedida por

Distribuição geral: Situa-se na região mediterrânica ocidental. Os povoamentos mais extensos e contínuos encontram?se no Sudoeste da Península Ibérica e nas costas ocidentais do Magreb (Marrocos, Argélia e Tunísia). Surge na Europa de influência atlântica, nas costas mediterrânicas espanholas, francesas e italianas, nas ilhas do Mediterrâneo ocidental (pontualmente nas Baleares, Córsega, Sardenha, Sicília) e pontualmente ainda no Mediterrâneo oriental (Antiga Jugoslávia, Albânia e Grécia). 0 sobreiro, de todas as nossas espécies arbóreas, é a que se encontra mais largamente disseminada no País.

Caracterização geral: É uma espécie termófila, xerófila e de meia-luz. 0s seus limites de temperaturas médias anuais oscilam entre os 13 e os 18°C. O frio invernal limita a sua progressão no clima continental do interior peninsular. Esta espécie requer climas relativamente húmidos, apesar de quando adulto e uma vez desenvolvido um potente sistema radicular, suporta bem a secura estival. Requer precipitações superiores a 450 mm/ano para sobreviver, e 600 a 1000 mm para um ótimo desenvolvimento. É uma espécie pouco exigente quanto ao solo, tendo preferência pelos graníticos, porfíricos, feldspáticos e xistosos. O sobreiro inicia a frutificação pelos 15?20 anos de idade, alternando períodos de fraca produção com períodos de produção abundante, normalmente após primaveras chuvosas. 0 sobreiro é uma árvore florestal forte e robusta, habitualmente com 10 a 15 m de altura, podendo atingir os 25 metros. O fuste está envolto por um revestimento suberoso e pode atingir os 3 m de diâmetro à altura do peito (DAP). O sistema radicular é potente e desenvolvido. A raiz principal alcança grande profundidade e ramifica?se em muitas raízes horizontais, as quais se estendem superficialmente e também nas camadas mais profundas do solo. A produção de cortiça começa a decair por volta dos 100 anos. Apesar da sua grande longevidade, ao atingir por vezes os 300 anos de idade, não ultrapassa os 120?150 anos quando se realiza a extração da cortiça.

Propriedades e utilizações: A madeira apresenta cerne distinto castanho-escuro e borne castanho claro. A densidade é de 750 Kg/m3 a 12% de humidade. É de serragem delicada devido à sua grande dureza. Seca lentamente e dificilmente. Atualmente esta madeira está praticamente limitada a utilizações menores; muito embora no passado, tenha sido muito utilizada na construção naval.

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Ficha técnica da espécie
Quercus suber

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Utilização das Imagens

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