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Acer pseudoplatanus L.

Espécie:
Acer pseudoplatanus
Descritor:
L.
Género:
Família:
Ordem:
Sub-classe:
Rosidae
Classe:
Magnoliopsida
Sub-divisão:
Magnoliophytina (Angiospermae)
Divisão:
Spermatophyta
Tipo Fisionómico:
Mesofanerófito
Distribuição Geral:
C e S Europa; subespontâneo em Portugal
Dist. em Portugal:
Mapa não disponível
Nome Comum:
Bordo
Falso-plátano
Padreiro
Plátano-bastardo
Zêlha
Habitat/Ecologia:
Matos
Ruderal
Sinonimias
Não tem
Época Floração:
Março - Abril
No JB-UTAD:
Sim - D4 D7 D8
Colecção temática:
Não pertence a nenhuma colecção.

Perfil farmacológico

  • PT Adstringente e anti-inflamatório para dele e olhos (seiva doce da casca). 43
  • PT Larvicida para o mosquito Culex quinquefasciatus após 24h de exposição. 41
Fotografia da Acer pseudoplatanus

Galeria de imagens

Fotografia 1 da espécie Acer pseudoplatanus no Jardim Botânico UTADFotografia 2 da espécie Acer pseudoplatanus no Jardim Botânico UTADFotografia 3 da espécie Acer pseudoplatanus no Jardim Botânico UTADFotografia 4 da espécie Acer pseudoplatanus no Jardim Botânico UTADFotografia 5 da espécie Acer pseudoplatanus no Jardim Botânico UTADFotografia 6 da espécie Acer pseudoplatanus no Jardim Botânico UTADFotografia 7 da espécie Acer pseudoplatanus no Jardim Botânico UTAD

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Espécie de interesse florestal


Distribuição geral: Esta espécie é originária da Europa e Ásia Ocidental, é espontânea em boa fração da Europa ocidental, com prática exceção nas ilhas Britânicas aonde não é mais que subespontânea.

Caracterização geral: Em Portugal vegeta entre os 600 e os 1500 m de altitude. Alcança na Galiza altitudes de 1300 m. Poderá ainda ser encontrado noutras regiões da Europa em áreas de montanha até aos 1800 m. Nestas regiões, surge associado à faia ou a resinosas tais como o abeto, ou pícea e com mais frequência, sobre os entulhos, em encostas sombreadas, com o Ulmus glabra Hudson e a Tilia platyphyllos Scop. Vegeta igualmente a menores altitudes, nas matas de faia situadas em solos de melhor aptidão, nas exposições Norte e sobre entulhos, com as espécies anteriormente citadas, com o Acer platanoides L. e nos povoamentos mistos de carvalhos e freixos de pequenos vales férteis e húmidos (com solo não inundável contudo). É uma espécie de climas frescos, exigente em precipitações e humidade ambiental. Não suporta atmosferas muito secas. É muito resistente ao frio e às geadas. É uma espécie heliófila mas a instalação via seminal tolera sem prejuízos a sombra do sub-bosque durante vários anos. Tem preferência por solos profundos, frescos, exigindo bastante fertilidade, humidade e permeabilidade edáficas. Entretanto, é tão sensível à secura como ao excesso de humidade no solo. Tolera os solos pedregosos. É indiferente à natureza geológica do substrato, resistindo à presença de rochas de carbonato de cálcio ativo no subsolo. Não tolera os solos de pH muito ácido, abaixo de 4,5 ou solos hidromórficos, mas suporta bem solos eutróficos. A regeneração por semente é muito boa em sob coberto. Inicia a frutificação aos 25-30 anos e fá-lo anualmente em abundância. O rebentamento por cepa é medíocre, com escassa vitalidade. A copa possui uma base formada por ramos maciços, sendo ampla, muito densa, regular e ovalada quando cresce de forma isolada. Apresenta raízes bastante superficiais. O crescimento é rápido até cerca dos 4 anos, decrescendo na idade adulta. A longevidade é de 150-200 anos.

Propriedades e utilizações: A madeira do Bordo é branca, amarelada ou avermelhada, sem alburno distinto, bastante densa (0,5 a 0,7), lustrosa, fácil de trabalhar, ligeira, homogénea e muito resistente às trocas de humidade. É bastante dura e de boa resistência mecânica. Pode considerar-se como de alta qualidade. É uma madeira muito procurada para marcenaria e tornearia, instrumentos de corda e fabrico de objetos diversos. Os troncos cujos diâmetros sejam superiores a 40-50 cm, são aproveitados para folheado. É um bom combustível. É uma espécie com grande interesse como ornamental, dada a sua coloração outonal. Tem igualmente muito interesse na proteção contra incêndios dado que o seu coberto sombrio elimina a vegetação combustível. Resulta muito adequada para a constituição de corta-ventos, nos quais deve usar se preferencialmente consociada com coníferas. Resiste muito bem aos ventos fortes, nomeadamente em costas atlânticas (dado tratar-se de uma espécie natural nos bosques atlânticos).

Informação cedida por


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