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Betula alba L.

Espécie:
Betula alba
Descritor:
L.
Género:
Família:
Ordem:
Sub-classe:
Hamamelididae
Classe:
Magnoliopsida
Sub-divisão:
Magnoliophytina (Angiospermae)
Divisão:
Spermatophyta
Tipo Fisionómico:
Mesofanerófito
Distribuição Geral:
Quase toda Europa, C e S Ásia
Dist. em Portugal:
Mapa não disponível
Nome Comum:
Bédulo
Bétula
Bétula-branca
Bétula-Portuguesa
Bidoeiro
Bido
Vidoeiro
Vidoeiro-branco
Vidoeiro-comum
Vidoeiro-Português
Habitat/Ecologia:
Matos
Ornamental
Ripícola
Sinonimias
Betula celtiberica Rothm. et Vasc.
Betula pubescens Ehrh.
Época Floração:
Abril - Maio
No JB-UTAD:
Sim - D4 D7 D8
Colecção temática:
Não pertence a nenhuma colecção.

Fotografia da Betula alba

Galeria de imagens

Fotografia 1 da espécie Betula alba no Jardim Botânico UTADFotografia 2 da espécie Betula alba no Jardim Botânico UTADFotografia 3 da espécie Betula alba no Jardim Botânico UTADFotografia 4 da espécie Betula alba no Jardim Botânico UTADFotografia 5 da espécie Betula alba no Jardim Botânico UTADFotografia 6 da espécie Betula alba no Jardim Botânico UTADFotografia 7 da espécie Betula alba no Jardim Botânico UTADFotografia 8 da espécie Betula alba no Jardim Botânico UTADFotografia 9 da espécie Betula alba no Jardim Botânico UTADFotografia 10 da espécie Betula alba no Jardim Botânico UTADFotografia 11 da espécie Betula alba no Jardim Botânico UTADFotografia 12 da espécie Betula alba no Jardim Botânico UTADFotografia 13 da espécie Betula alba no Jardim Botânico UTAD

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Espécie de interesse florestal


Distribuição geral: É uma espécie de origem Europeia que se estende pela Ásia. Na Península Ibérica em geral, surge sobretudo no Norte, com algumas representações na zona centro e em Portugal surge principalmente nas serras do Norte e Centro, nas encostas húmidas e marginando as linhas de água.

Caracterização geral: É uma espécie bastante plástica quanto à natureza do solo, revelando rusticidade. Resiste aos solos muito ácidos e pobres sempre que não sejam excessivamente filtrantes. É exigente em humidade e suporta o encharcamento estacional. Tem preferência por subsolos frescos e tolera solos superficiais argilosos, compactos ou pouco arejados. Comporta-se de forma muito positiva como espécie pioneira, melhorando as condições edáficas com vista à instalação posterior de outras espécies mais exigentes. Em termos silvícolas, o pioneirismo é considerado o aspeto de maior relevância desta essência. Considera-se uma espécie de temperamento robusto e colonizadora. Vegeta em Portugal acima dos 900 metros, chegando a atingir na Galiza cotas de 1700 metros. A bétula resiste a condições climáticas duras, tais como frios invernais intensos, ventos e nevadas. É muito resistente a geadas. Não suporta as condições climáticas mediterrânicas, porque requer elevada humidade ambiental durante quase todo o ano, mas é muito tolerante quanto ao regime pluviométrico. É uma espécie de luz, não suportando desde tenra idade a cobertura arbórea. A regeneração por semente é muito eficaz. Frutifica com abundância a partir dos 10 anos. Requer no entanto terrenos limpos, lavrados ou queimados, para o desenvolvimento das plântulas. Rebenta bem de cepa mas não de raiz. Possui copa arredondada ou irregular e clara, a qual produz sombra escassa. Alcança normalmente 15 20 m de altura, com porte ereto. As raízes são pouco profundas e extensas. O crescimento é relativamente rápido até aos 30 anos aproximadamente, diminuindo até cessar por volta dos 50 anos de idade. É uma espécie pouco longeva, a qual raramente ultrapassa os 130 anos. Não é frequente ver a bétula constituir povoamentos mistos, a não ser excecionalmente com o Pinus sylvestris. É uma espécie pouco usada em reflorestação. Os povoamentos de bétula existentes, provêm na sua maioria de regeneração natural, via seminal, após um incêndio e em terrenos agrícolas abandonados ou por rebentos de toiça após corte.

Propriedades e utilizações: A madeira é de coloração branca a branca-amarelada e adquire uma cor rosa-alaranjada nas árvores maduras e avermelhada posteriormente à serragem. Pode apresentar manchas de cor castanha escura e fio irregular. Possui um certo brilho, grão fino e homogéneo. A densidade após serragem e seca ao ar é da ordem dos 670 kg/m3. A secagem é relativamente fácil, não se registando grandes deformações, contrações ou gretas. Aceita bem o tingimento e é fácil de trabalhar. Não resiste à intempérie e é bastante vulnerável ao ataque de fungos e insetos. Apresenta boas características mecânicas. Pode considerar-se em geral, como uma madeira de qualidade intermédia. A dificuldade para encontrar fustes direitos e de grandes dimensões limita consideravelmente a utilização desta madeira. Emprega-se em pequenas peças, tornearia, móveis, bastidores, artigos desportivos e parquet. Fornece lenha e carbono de grande qualidade. É uma espécie que pode ser utilizada como folhosa de altitude para silvo-pastorícia e para compartimentação de resinosas. Utiliza-se em proteção contra incêndios, instalando-se em bandas nos repovoamentos de resinosas como espécies principais. É uma espécie pioneira e melhoradora dos solos.

Informação cedida por


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